Ele estava distraído, sentado na beira da cama lendo. Me aproximei devagar. Sentei delicadamente atras dele... Abracei suas costas. Senti o cheiro do banho recém tomado. Não resisti. Beijei aquele pescoço, do ombro até atrás da orelha e descendo pra nuca. Beijava, chupava, lambia, mordia. Quando ele se arrepiava eu ria, e ele sentia meu sorriso pelo contato da minha boca com sua pele e pela respiração. Passava minhas mãos no peito dele, alisando e arranhando enquanto me aproveitava daquelas costas, daquele pescoço, daquela nuca.
Me afastei um pouco. Tirei minha blusa e encostei meus seios nas costas nuas dele. Apertei meu corpo contra o dele. Ele gostou. Soltou um gemido delicioso. Subi lambendo o pescoço e desci soprando um ar quente. Ele se arrepiou. Subi mordendo o pescoço até a orelha. Ele tentava me alcançar, pegava nas minhas pernas e eu fingia que nem estava percebendo. Fui descendo minha mão direita, invadindo a roupa dele, a cueca, bem de levinho. Segurei aquele pau, alisei, apertei. Latejando. Do jeitinho que eu gosto.
Levantei. Fui até a frente dele, de pé. Olhei pra ele e tirei minha calcinha. Ele tentou me agarrar. Não deixei. Virei de costas. Fui me aproximando dele, provocando. Coloquei o cabelo pro lado e rocei minha bunda no seu pau. Ele me agarrou. Me contive pra não me entregar ali mesmo. Queria maltratar, provocar. Peguei suas mãos e coloquei sobre meus seios. Estavam duros. Ele massageou forte, gostoso. Adorei. Comecei a provocar sem dó. Mexia e remexia, rebolava, empinava a bunda e os seios. Jogava a cabeça pra trás devagar de prazer com o toque dele.
Peguei sua mão direita e fui passeando seu indicador pelo meu corpo, descendo pela minha barriga em direção à minha bucetinha. Passei o dedo dele nela todinha, pedindo pra ele notar o quão quente e molhada ela estava. O quão durinho e saliente estava o grelinho. Enfiei seu dedo lá dentro e depois chupei bem devagar. Perguntei se ele também queria provar, e ele aceitou. Enfiei meu dedo na bucetinha e ofereci pra ele chupar. - Uma delícia! - ele me disse.
Eu sabia que ele já queria. Ele também sabia que eu já queria. Mas eu queria ver ele pedir, implorar pra enfiar em mim, pra me comer todinha. Disse isso a ele. Ele me agarrou mais forte, tentou me dominar. Não deixei. - Pede! - disse a ele. Ele pediu. Pediu mais de uma vez. Pediu pra enfiar o pau lá dentro, pra me foder gostoso. -Ah, você quer, é? - perguntei. E ele disse: - Quero! Me dá, vai?
Inclinei meu corpo pra frente, oferecendo minha bucetinha pra ele e disse: - Me fode amor... Me bate, me xinga... Faz o que quiser de mim que eu sou todinha tua-. Ele me colocou de quatro e me dominou. Exatamente como eu queria que ele me dominasse. Estocava o pau forte e rapido, me deixando louca.
-É assim que você gosta, não é, minha safada? Minha putinha? - ele me perguntava. E me dava tapas estalados na bunda.
Eu gemia, gritava como uma louca. Tinha provocado ele tanto só esperando que me pegasse daquele jeito. Estava louca de tesão. E sou louca por ele, louca por aquela pegada, louca por aquele pau.
Ele me puxou o cabelo e perguntou: - Quem tá te comendo, heim? Fala!
E eu respondi: - É você, meu homem.
Me afastei um pouco. Tirei minha blusa e encostei meus seios nas costas nuas dele. Apertei meu corpo contra o dele. Ele gostou. Soltou um gemido delicioso. Subi lambendo o pescoço e desci soprando um ar quente. Ele se arrepiou. Subi mordendo o pescoço até a orelha. Ele tentava me alcançar, pegava nas minhas pernas e eu fingia que nem estava percebendo. Fui descendo minha mão direita, invadindo a roupa dele, a cueca, bem de levinho. Segurei aquele pau, alisei, apertei. Latejando. Do jeitinho que eu gosto.
Levantei. Fui até a frente dele, de pé. Olhei pra ele e tirei minha calcinha. Ele tentou me agarrar. Não deixei. Virei de costas. Fui me aproximando dele, provocando. Coloquei o cabelo pro lado e rocei minha bunda no seu pau. Ele me agarrou. Me contive pra não me entregar ali mesmo. Queria maltratar, provocar. Peguei suas mãos e coloquei sobre meus seios. Estavam duros. Ele massageou forte, gostoso. Adorei. Comecei a provocar sem dó. Mexia e remexia, rebolava, empinava a bunda e os seios. Jogava a cabeça pra trás devagar de prazer com o toque dele.
Peguei sua mão direita e fui passeando seu indicador pelo meu corpo, descendo pela minha barriga em direção à minha bucetinha. Passei o dedo dele nela todinha, pedindo pra ele notar o quão quente e molhada ela estava. O quão durinho e saliente estava o grelinho. Enfiei seu dedo lá dentro e depois chupei bem devagar. Perguntei se ele também queria provar, e ele aceitou. Enfiei meu dedo na bucetinha e ofereci pra ele chupar. - Uma delícia! - ele me disse.
Eu sabia que ele já queria. Ele também sabia que eu já queria. Mas eu queria ver ele pedir, implorar pra enfiar em mim, pra me comer todinha. Disse isso a ele. Ele me agarrou mais forte, tentou me dominar. Não deixei. - Pede! - disse a ele. Ele pediu. Pediu mais de uma vez. Pediu pra enfiar o pau lá dentro, pra me foder gostoso. -Ah, você quer, é? - perguntei. E ele disse: - Quero! Me dá, vai?
Inclinei meu corpo pra frente, oferecendo minha bucetinha pra ele e disse: - Me fode amor... Me bate, me xinga... Faz o que quiser de mim que eu sou todinha tua-. Ele me colocou de quatro e me dominou. Exatamente como eu queria que ele me dominasse. Estocava o pau forte e rapido, me deixando louca.
-É assim que você gosta, não é, minha safada? Minha putinha? - ele me perguntava. E me dava tapas estalados na bunda.
Eu gemia, gritava como uma louca. Tinha provocado ele tanto só esperando que me pegasse daquele jeito. Estava louca de tesão. E sou louca por ele, louca por aquela pegada, louca por aquele pau.
Ele me puxou o cabelo e perguntou: - Quem tá te comendo, heim? Fala!
E eu respondi: - É você, meu homem.

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